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Jovem casal tem filha com Síndrome de Down e dão verdadeira lição de vida

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O casal Paloma Jak e Douglas Leonel são dois jovens universitários, de Guarapuava, que tiveram uma grande mudança na vida após descoberta da gravidez da moça (ela estava com 20 e ele com 21 anos). Paloma estava no último ano do curso de Educação Física e cursando o já o primeiro ano de Fisioterapia, e ele estudante de Engenharia Civil.

Eles contam que o maior susto não foi a descoberta da gravidez, mas em uma das primeiras ultrassons, o médico disse que o bebê não estava se desenvolvendo normalmente, estando um pouco menor do que deveria. Dessa forma, o casal veio para Curitiba para fazer alguns exames mais específicos, como a Translucência Nucal e Punção do Líquido Amniótico.

Já no exame da Translucência Nucal, o médico disse que era provável que a filha do casal tinha Síndrome de Down (http://www.deficienteciente.com.br/sindrome-de-down-parte-1.html), mas que a confirmação sairia com o exame da Punção do Líquido Amniótico. Paloma fez o exame da punção do líquido de dentro do útero, entre a 15ª e 18ª semana.

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Alguns dias após a realização do exame, Douglas estava prestes a ir para a faculdade quando recebeu a ligação do médico, confirmando o que Beatriz (nome escolhido para a filha deles), tinha Síndrome de Down. Na hora foi um “baque” para ambos, mas trataram de começar a pesquisar sobre a síndrome, pois pouco conheciam sobre.

A Síndrome de Down acontece durante a multiplicação das células do embrião, onde ao invés do feto ter 46 cromossomos, tem 47. Ocorre uma trissomia do cromossomo 21. Segundo a Organização Mundial de Saúde, na idade de Paloma isso ocorre em 1 a cada 1000 mulheres.

Após algumas pesquisas, eles ficaram tranquilos, pois viram histórias de pessoas que levam uma vida normal, que estudam, trabalham, tem amigos, etc. A partir desse momento, traçaram o objetivo de que Bia teria sempre o melhor, para ter uma vida próspera e feliz. Ela nasceu com 44cm e quase 2,5Kg, alguns dias após Paloma se formar em Educação Física. No momento em que Beatriz nasceu, Paloma afirmou que sua ficha caiu e que a filha não poderia ter vindo em melhor momento.

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Com 5 meses de vida, Beatriz precisou passar por uma cirurgia cardíaca, pois ela tinha um pequeno problema no coração em decorrência à Síndrome.

Hoje Bia tem 1 ano e 6 meses, e por mais que ainda não ande e não fale, ela tem todo o apoio dos pais, familiares e amigos do casal, além de passar por sessões de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudióloga e ir à escola regular. Toda essa preparação é fundamental para ajudar nos estímulos e desenvolvimento da criança com Síndrome de Down.

Os pais falam que já enfrentaram muito preconceito por a filha ter a Síndrome, mas dizem que farão de tudo para preparar a filha para essas situações. Eles afirmam que a chegada da filha os uniu ainda mais e os deixou mais fortes. Paloma ainda deu a seguinte declaração ao G1:

“Nós mudamos por causa dela, nos tornamos pessoas melhores. Faríamos tudo de novo. O mínimo que podemos fazer para retribuir é fazê-la sempre feliz. Vamos fazer o que for necessário para que ninguém atrapalhe sua felicidade.”

Uma verdadeira história de vida e companheirismo entre casal. Que essa história possa servir de inspiração cada todos nós e que saibamos valorizar a vida e saber enxergar a verdadeira essência do amor.

Fonte: G1.globo.com

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